O cientista político Adriano Cerqueira avalia que, mesmo com uma eventual vitória da direita nas eleições de outubro e uma bancada forte no Senado, é improvável que o Congresso avance em uma agenda de confronto direto com o Supremo Tribunal Federal.
No programa Ponto de Vista, da revista VEJA, apresentado por Laísa Dall’Agnol, o professor do Ibmec analisa o cenário político projetado por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que defendem a eleição de senadores alinhados para levar adiante pedidos de impeachment contra ministros do STF, especialmente após o julgamento da trama golpista.
Para Cerqueira, a tendência de crescimento do centro-direita e da direita no Congresso é real, mas isso não significa, necessariamente, disposição política para abrir uma crise institucional.
“Mesmo com um Senado mais à direita, não vejo hoje apelo suficiente para um confronto direto com o Supremo”, afirma.
O analista diz que a aprovação do PL da Dosimetria pode reduzir a temperatura política e esvaziar motivações ligadas a ressentimentos do passado, abrindo espaço para uma agenda mais pragmática nos próximos anos.
“A pacificação passa justamente por encerrar esse capítulo e avançar para uma agenda econômica e institucional”, avalia.
Na entrevista, o cientista político analisa:
o plano de Bolsonaro para eleger uma bancada forte no Senado
os limites políticos de um eventual impeachment de ministro do STF
o impacto do PL da Dosimetria na redução de tensões
o perfil mais moderado de possíveis lideranças no Senado
o cenário eleitoral de 2026 e a força da oposição
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