Falta exatamente um ano para as eleições presidenciais, e o economista Alexandre Espírito Santo, da Way Investimentos, faz um alerta direto:
“Não vejo possibilidade relevante de redução de juros este ano.”
No programa Ponto de Vista, da revista VEJA, ele explica que, mesmo com o otimismo do mercado, o cenário fiscal e eleitoral não permite esperar cortes expressivos na taxa Selic.
🏦 “Nossa expectativa é encerrar o ano em 15% e começar 2026 em torno de 12,5%”, afirma.
📉 Alexandre reconhece o bom trabalho do Banco Central, mas critica o descompasso entre política monetária e política fiscal:
“Temos uma política fiscal diametralmente oposta. Fala-se em isenção para quem ganha até 10 mil reais, transporte gratuito, e isso adiciona 100 bilhões ao déficit.”
💬 Ele lembra que o déficit primário pode dobrar quando consideradas as exceções e que o ano eleitoral tende a agravar o desequilíbrio fiscal, o que torna improvável qualquer movimento de redução de juros antes de 2026.
“Acreditar que teremos responsabilidade fiscal em ano eleitoral, quando não tivemos em anos comuns, é muito difícil.”
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📺 Acompanhe a análise completa no Mercado, da revista VEJA.
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