A Geração Z parece ter encontrado um novo vilão: o protetor solar. Sob as hashtags #AntiSunscreen e #NoSunscreen, o movimento que defende a exposição ao sol “sem bloqueio químico” já soma mais de 18 milhões de visualizações nas redes. A tendência começou depois que a FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, pediu novos estudos sobre componentes dos filtros em 2019. O problema é que o debate técnico virou distorção digital – e agora há quem acredite que a pele “se fortalece” sem proteção.
Mas os dermatologistas afirmam: essa teoria é um perigo. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o sol sem filtro é um dos maiores inimigos da pele, responsável por 33% dos casos de câncer diagnosticados no Brasil. A exposição excessiva também acelera o envelhecimento precoce, causa manchas e flacidez. E não existe manteiga, óleo vegetal ou receita natural capaz de substituir um produto testado e regulamentado.
A confusão aumenta quando o assunto é vitamina D. Sim, o sol estimula a sua produção – mas em doses pequenas e seguras. No Interessa de hoje, a gente fala sobre o que há por trás desse movimento, os riscos reais e como equilibrar autocuidado, sustentabilidade e prevenção sem cair em modismos perigosos.
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