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“O regime iraniano vive sua maior crise desde 1979”, afirma Furriela



Brasil deve priorizar negociação direta com os Estados Unidos e evitar confronto diplomático, avalia Manuel Furriela, mestre em Direito Internacional, ao analisar os impactos das novas tensões envolvendo EUA, China e Irã.

Segundo o professor, caso os Estados Unidos avancem com sobretaxas contra países que negociam com o Irã, o Brasil tem caminhos formais em organismos como a ONU e a OMC, além da possibilidade de questionar as medidas na própria Justiça americana. Ainda assim, Furriela afirma que a via diplomática direta é a mais eficaz no momento.

“O melhor caminho para o Brasil ainda é a negociação direta”, afirma Manuel Furriela.
“Essas organizações estão fragilizadas e têm pouco poder de pressão”, diz o professor.

No campo político, Furriela analisa a crise no Irã e comenta a declaração do chanceler da Alemanha, que afirmou que o regime iraniano pode estar vivendo seus últimos dias. Para o especialista, o país enfrenta sua maior crise desde a Revolução Islâmica de 1979, marcada por inflação elevada, protestos populares, perda de apoio interno e enfraquecimento internacional.

“O regime vive hoje sua maior crise desde a instauração”, afirma Furriela.

Na conversa com Laísa Dall'Agnol, o professor explica por que ainda é cedo para decretar o fim do regime dos aiatolás, mas aponta sinais claros de desgaste econômico, político e diplomático que colocam sua continuidade em xeque.

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