Guilherme Derrite explica por que tentou equiparar facções criminosas a grupos terroristas e detalha a estratégia que levou à criação de uma lei autônoma para combater o crime organizado. Em entrevista a Isabella Alonso Panho, no Em Pauta, da revista VEJA, o secretário analisa o trecho mais polêmico do projeto e revela bastidores decisivos da negociação no Senado.
Segundo ele, a equiparação era relevante, mas não essencial para garantir punições duras:
“Não que isso não seja importante, mas o mais importante é o Estado ter condições de punir adequadamente.”
Derrite afirma que, diante do risco de o Senado derrubar a proposta e de a medida ser contestada no Judiciário, a solução foi retirar o tema da Lei Antiterrorismo e criar um marco legal próprio. O texto aprovado prevê 11 novos tipos penais, penas severas e novas qualificadoras para crimes como domínio territorial, uso de armamento exclusivo das Forças Armadas, explosões de caixas eletrônicos e instalação de barricadas.
O secretário cita exemplos de violência em comunidades dominadas por facções e critica o impacto social do crime organizado:
“Para aquela família que precisa ligar 190 para conseguir mudar de casa, não importa se está na lei do terrorismo ou numa lei autônoma.”
Derrite lembra ainda que outro projeto sobre terrorismo, de autoria do deputado Danilo Forte, segue com urgência aprovada e poderá ser discutido depois.
📌 Deixe sua opinião: equiparar facções a terrorismo era necessário?
👍 Curta o vídeo
🔔 Inscreva-se no canal VEJA
💬 Comente o que achou da explicação
#guilhermederrite, #planifaccao, #crimeorganizado, #terrorismo, #segurançapública, #veja, #revistaveja, #empauta, #politica, #notíciasdehoje
—————————————————————————
Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN
Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/
SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:
Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/
Facebook: http://www.facebook.com/Veja/
Twitter: http://twitter.com/VEJA
Telegram: http://t.me/vejaoficial
Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/
TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
source

