O período de reprodução das abelhas fez disparar os casos de picadas em todo o país. No ano passado, foram mais de 35 mil registros de ataques. Nessa fase, as colmeias crescem e o número de insetos aumenta, elevando o risco para a população, especialmente em áreas urbanas.
Por sorte, Juliana, o marido Salomão e a cachorra da família estão bem. Os três foram atacados por abelhas no quintal de casa, em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre (RS). Imagens mostram Juliana enrolada em um lençol tentando proteger a cachorrinha. Ela levou mais de 40 ferroadas e contou: “Sentia meu corpo inteiro ardendo, meu rosto inteiro ardendo, tudo pinicava”.
Salomão ajudou a espantar as abelhas, mas também foi picado e quase não conseguiu levar a esposa ao hospital. “Eu não queria dizer pra ela que não estava mais nem sentindo as orelhas, comecei a tremer e comecei a entrar em choque anafilático”, relatou. Segundo a capitã Cátia Silveira, do Corpo de Bombeiros, “nessas situações a gente aciona o Corpo de Bombeiros” ou um apicultor, quando não há risco à comunidade.
Cada enxame pode ter de 80 a 100 mil abelhas. O apicultor Reginaldo Machado explica que o manejo adequado evita mortes, já que, em organismos sensíveis, “uma única ferroada pode ser fatal”. Hoje, a família se recupera bem, sem sequelas.
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