A Polícia Civil do Distrito Federal aponta que ameaças e lesões corporais são os principais atos infracionais entre menores infratores. Shirlene Cardoso Borgonha, de 39 anos, foi morta a facadas por um adolescente em janeiro, em um caso de feminicídio motivado por uma dívida.
Outro incidente em janeiro envolveu Sebastião Lima Ferreira, que foi gravemente ferido por um menor durante uma cobrança de R$ 200. Dados indicam uma queda nas ocorrências policiais desde antes da pandemia.
Pela lei, adolescentes infratores podem receber medidas socioeducativas, desde advertências até internações, por no máximo três anos. Segundo um professor da Universidade de Brasília, a violência entre jovens reflete uma intolerância que permeia todas as faixas etárias e mobiliza a sociedade.
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