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Por que a letalidade policial é tão alta na Bahia? Jerônimo responde



Jerônimo Rodrigues responde aos altos índices de letalidade policial na Bahia, compara os números com Rio e São Paulo e afirma que o Estado “não pode ser um estado matador”.

No Em Pauta, da revista VEJA, a repórter Isabela Alonso Panho questiona o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), sobre os dados que apontam 1.370 mortes decorrentes de ações policiais nos primeiros meses do ano — número superior ao registrado em estados mais populosos como Rio de Janeiro e São Paulo.

O governador diz que o recado da Bahia ao Brasil é de responsabilidade e correção de rumos, reforçando que o Estado deve ser protetor da sociedade, e não comparável ao crime organizado.

“O estado não pode ser um estado matador”, afirma Jerônimo Rodrigues.

Na entrevista, ele detalha as ações da sua gestão para enfrentar o problema: formação e qualificação das forças de segurança, fortalecimento da corregedoria e da ouvidoria, ampliação do uso de câmeras corporais e o programa Bahia pela Paz, que envolve Judiciário, Ministério Público, Defensoria, universidades e órgãos de direitos humanos.

Jerônimo também defende atacar o financiamento do crime organizado, ao mesmo tempo em que amplia políticas de inclusão social, educação, saúde e geração de emprego nas comunidades mais violentadas.

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