Lula adotou o humor para falar de Donald Trump — mas o cálculo é eleitoral. No Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, os colunistas de VEJA Robson Bonin e Mauro Paulino analisam a estratégia do presidente ao comentar o líder americano às vésperas de um encontro bilateral em Washington.
Bonin destaca que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva usa o humor como ferramenta política para aliviar tensões e evitar decisões incômodas. Ao brincar com o temperamento de Donald Trump, Lula tenta manter um clima amistoso, sem avançar em temas sensíveis como tarifas, Venezuela e relações com países vistos como adversários dos EUA. Segundo o colunista, até agora, não há resultados concretos dessa aproximação — apenas a ausência de confronto direto.
Na sequência, Mauro Paulino aponta que a eleição pauta todas as ações do presidente. Ao fazer as declarações no Instituto Butantan, Lula escolheu um cenário simbólico ligado à vacinação, tema sensível para o bolsonarismo e um dos pontos mais frágeis da imagem de Jair Bolsonaro e de seu filho Flávio Bolsonaro. A mensagem é clara: Lula precisa marcar distância de Trump para não desagradar seu eleitorado e, ao mesmo tempo, reforçar contrastes com o adversário.
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