Uma eventual ação militar dos Estados Unidos contra o Irã seria irregular do ponto de vista do direito internacional, avalia Manuel Furriela, mestre em Direito Internacional, em análise no Ponto de Vista.
Segundo o professor, a escalada de tensões envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel ocorre fora dos canais previstos pelo direito internacional, como o Conselho de Segurança da ONU. Furriela lembra que, mesmo diante de um histórico de violações de direitos humanos pelo regime iraniano, nenhum país pode agir sozinho sem respaldo multilateral.
“Pelo direito internacional, um país não pode interferir sozinho”, afirma Manuel Furriela.
“A via adequada seria o Conselho de Segurança da ONU, o que hoje não acontece”, diz o professor.
Na conversa com Laísa Dall’Agnol, Furriela explica como a falta de protagonismo das instituições internacionais, somada às decisões unilaterais do governo Donald Trump, contribui para o agravamento das crises globais e para o enfraquecimento da ordem internacional construída no pós-guerra.
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