Uma crise institucional atingiu o Ministério Público do Maranhão neste fim de semana após promotores de Justiça do Gaeco pedirem exoneração coletiva das funções. A decisão foi motivada por divergências com a Procuradoria-Geral de Justiça, que se manifestou favoravelmente à soltura de investigados da Operação Tântalo Segundo.
A operação apura o desvio de R$ 56 milhões em recursos públicos no município de Turilândia e investiga crimes como organização criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo os promotores, a manifestação da chefia institucional contraria a análise técnica da investigação e enfraquece o combate ao crime organizado.
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