O Senado Federal registrou nesta semana um embate entre os senadores Eduardo Girão e Randolfe Rodrigues, em meio às investigações sobre o esquema de fraudes que desviou cerca de R$ 4 bilhões de aposentadorias e pensões no país.
Em discurso, Girão pediu que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, adote medidas internas após a Polícia Federal identificar repasses de R$ 3 milhões da empresa Arpar Participação e Empreendimentos ao advogado Paulo Boudens, ex-chefe de gabinete e atual assessor político do senador. A Arpar é citada nos relatórios da investigação como ligada ao operador conhecido como “Careca do INSS”, acusado de articular o esquema. Girão também mencionou que o nome de Boudens já apareceu em 2021 em apuração sobre apropriação de salários de servidoras, quando ele firmou acordo judicial para devolver valores.
O senador Randolfe Rodrigues respondeu, defendendo Alcolumbre. Ele afirmou que, no período citado nos repasses da PF, Boudens não exercia funções ligadas diretamente ao gabinete do presidente do Senado e classificou as acusações como indevidas. Randolfe também disse que Alcolumbre enfrenta ataques políticos em razão de posicionamentos recentes no Congresso.
As discussões ocorrem paralelamente aos trabalhos da CPMI das Aposentadorias, que analisa documentos da Polícia Federal e avalia a convocação de envolvidos, além de pedidos de quebra de sigilo de empresas e pessoas mencionadas nas investigações.
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