No estado de Goiás, a empresa Ouro Verde enfrenta dificuldades para retirar todos os resíduos decorrentes do desabamento do aterro sanitário em Padre Bernardo. O acidente contaminou o córrego Santa Bárbara e o rio do Sal com metais pesados, levando a uma multa de R$ 37 milhões.
Apesar de um termo de ajustamento de conduta (TAC) ter sido assinado, cinco meses após o incidente, parte dos resíduos ainda permanece no local. Dificuldades operacionais, como o acesso problemático para as máquinas, levaram à prorrogação do prazo de limpeza para 10 de outubro. O processo é acompanhado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás.
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