No coração da Bahia, entre Igrapiúna e Ituberá, a natureza encontrou um aliado improvável: a indústria. A Reserva Ecológica Michelin é um laboratório vivo de reconciliação entre economia e floresta. Criada em 2004, a área hoje abriga mais de 2.700 espécies catalogadas, muitas inéditas para a ciência.
A reportagem da Expedição VEJA acompanhou de perto como um território degradado deu lugar a um dos projetos de restauração mais importantes da Mata Atlântica. “O lugar estava exaurido. A floresta estava praticamente morta. Era um silêncio só”, relembra Kevin Flesher, diretor da reserva.
Duas décadas depois, a paisagem se transformou: antas, jacutingas, macacos-pregos e até onças-pardas voltaram a habitar a região. “A floresta respondeu. Com proteção e tempo, os bichos voltaram”, afirma Flesher.
Mais do que preservar, a reserva conecta ciência, ecoturismo e comunidades locais. Pesquisadores descobriram 39 novas espécies, enquanto moradores participam de programas de educação ambiental e jovens recebem formação técnica para conviver de forma sustentável com a floresta.
Entre cipós centenários e a imponência da Cachoeira da Pancada Grande, a mensagem é clara: quando há cuidado, o tempo se alia à vida. No sul da Bahia, a floresta voltou a cantar.
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