A família de Valmir Santos Sena, de 72 anos, está inconformada com a liberação do motociclista que atropelou e matou o aposentado enquanto ele atravessava uma faixa de pedestres em Ceilândia (DF), na manhã do último sábado (15).
O suspeito, que já usava tornozeleira eletrônica, fugiu sem prestar socorro e só foi localizado três dias depois. Detido pela Polícia Militar, acabou liberado na delegacia por não ter sido preso em flagrante.
“Estou estarrecida. Queremos justiça”, afirmou a sobrinha da vítima, Andreia dos Santos, que acompanhou todo o caso no hospital.
No dia do acidente, Valmir foi levado para atendimento, mas não resistiu aos ferimentos e teve morte encefálica confirmada. Revoltados, os parentes dizem não compreender como um homem com antecedentes criminais e monitorado por tornozeleira pôde voltar às ruas poucas horas após ser detido.
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