Os casos de feminicídio no Brasil mais que dobraram este ano em relação a 2024. São Paulo lidera o ranking, com 185 ocorrências de janeiro a outubro, seguido por Minas Gerais e Bahia, que juntos registraram quase 200 assassinatos de mulheres. Uma das vítimas, Mirelly Cristina da Silva, de 21 anos, foi enterrada hoje em Itaúna (MG) após ser morta com cerca de 40 golpes de faca pelo ex-companheiro.
O agressor, de 22 anos, não aceitava o fim do relacionamento, encerrado havia nove meses, e foi preso ao desembarcar na rodoviária de Belo Horizonte. Dados do Ministério da Justiça apontam quase 1.200 feminicídios no país neste ano. A promotora Denise Guerzoni reforçou a importância de denunciar qualquer sinal de violência, lembrando que agressões psicológicas, morais e patrimoniais “pavimentam a violência física”, que culmina no feminicídio.
Na Bahia, terceiro estado com mais casos, foram registrados 85 feminicídios no período. Entre as vítimas está Thainá Oliveira, de 28 anos, morta após uma briga com o companheiro em Camaçari. O aumento da violência motivou a Secretaria de Segurança Pública a lançar o “baralho lilás”, que reúne fotos e nomes de acusados de crimes contra mulheres que estão foragidos, em ação que, segundo a Polícia Militar, busca unir população e inteligência policial para capturar suspeitos.
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