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Supremo aceita denúncia e manda Eduardo Bolsonaro ao banco dos réus | Giro VEJA



Nesta sexta-feira, 14, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) colocou Eduardo Bolsonaro no banco dos réus. O deputado foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentar obstruir o andamento do caso do golpe de Estado, que condenou seu pai, Jair Bolsonaro, a 27 anos de prisão. O plenário virtual fica aberto até dia 24, mas durante a tarde de hoje a Turma já formou maioria para acompanhar o voto de Moraes pelo aceite da denúncia. O ministro juntou publicações e vídeos em que Eduardo afirma ter digitais no tarifaço, na aplicação da Lei Magnitsky e no cancelamento de vistos de autoridades brasileiras. Essas medidas tiveram o objetivo de constranger o Judiciário brasileiro a absolver Jair Bolsonaro, o que não aconteceu.

Ainda falando de trama golpista, a Polícia Federal pediu para incluir o ex-ajudante de ordens Mauro Cid em um programa de proteção de testemunhas. Segundo a PF, a medida é importante para garantir a integridade física dele e da sua família. Cid, delator do caso do golpe, já tirou a tornozeleira eletrônica.

Embora a polarização prometa ser o tom das próximas eleições presidenciais, a maioria dos brasileiros não se identifica com nenhum dos dois extremos. No entanto, essa camada da sociedade pode definir o próximo presidente da República. Esse é o tema da reportagem de capa de VEJA que chega às bancas neste final de semana.

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