Tarifas anunciadas pelo governo Trump contra países que negociam com o Irã podem atingir o Brasil, avalia Manuel Furriela, mestre em Direito Internacional, em análise no Ponto de Vista.
O professor explica que a decisão dos Estados Unidos, que prevê tarifas de até 25%, não é inédita e relembra episódios históricos em que o Brasil foi pressionado a romper relações comerciais com países do Oriente Médio, como ocorreu nos anos 1990. Segundo Furriela, o risco para o Brasil existe, especialmente porque o país ampliou suas relações comerciais com o Irã após enfrentar barreiras impostas pelos próprios EUA em 2025.
“Nós corremos o risco, sim, de retomar uma agenda ruim de sobretaxas”, afirma Manuel Furriela.
“O Irã é um parceiro importante para exportações brasileiras, especialmente de proteína”, diz o professor.
Na conversa com Laísa Dall’Agnol, Furriela destaca que o Brasil tenta manter uma postura pragmática na diplomacia comercial e avalia se o governo brasileiro conseguirá negociar uma exceção junto aos Estados Unidos, liderados por Donald Trump, diante das novas sanções.
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