A condução de Dias Toffoli no caso Master virou foco de críticas no STF.
No programa Os Três Poderes, o colunista de VEJA Robson Bonin analisa as decisões tomadas por Toffoli desde que o processo chegou ao Supremo Tribunal Federal — medidas consideradas controversas e, em alguns casos, inéditas.
Entre os pontos destacados:
A decisão de levar todo o processo ao STF sob argumento de foro privilegiado
A decretação de sigilo total
A ordem para que o material apreendido fosse inicialmente enviado ao próprio Supremo
A tentativa de indicar os peritos da Polícia Federal
A solicitação de acareação envolvendo dirigentes do Banco Master e do BRB
A determinação para que o material telemático da quebra de sigilo fosse encaminhado a ele
Bonin afirma que, nos bastidores, há avaliação de erro de comunicação por parte do ministro. Segundo o colunista, Toffoli poderia ter admitido desde o início a ligação societária com empresa familiar que recebeu recursos de fundo ligado ao Banco Master, o que poderia ter reduzido o desgaste.
“O ministro poderia ter desde o primeiro momento admitido isso”, relatou Bonin.
O colunista também destacou que foi o próprio Toffoli quem autorizou diligências que levaram às descobertas da Polícia Federal — e que o trabalho da PF deve continuar independentemente de pressões políticas.
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