Donald Trump é visto como herói em Israel após o acordo de cessar-fogo com o Hamas, segundo a jornalista Anita Efraim, gerente de comunicação do Instituto Brasil-Israel. Em entrevista ao Ponto de Vista, da revista VEJA, Anita analisa o impacto político da decisão e as resistências do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ao processo de paz.
“Netanyahu não foi à cúpula da paz no Egito. Ele usou um feriado religioso como justificativa, mas na verdade foi uma decisão política. Se tivesse compromisso com a criação de um Estado palestino, teria ido”, afirmou.
Anita também avaliou a atuação de Donald Trump, destacando seu papel central nas negociações e sua capacidade de pressionar Netanyahu após o ataque de Israel ao Catar:
“Trump virou o jogo. Fez Netanyahu pedir desculpas e menos de um mês depois o acordo estava assinado.”
A analista reforça que, apesar do otimismo, o processo ainda é cheio de desafios, como o desarmamento do Hamas e o futuro de um Estado palestino.
📌 Assista à entrevista completa e entenda os bastidores do acordo histórico que pode redefinir o equilíbrio político no Oriente Médio.
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