No Bola Quadrada, a política entra em campo. Em entrevista, o jornalista Marcos Uchôa analisa como tensões diplomáticas, imigração e disputas de poder podem influenciar a Copa do Mundo de 2026. Para ele, o futebol jamais deixa de atrair atenção, mas o torneio corre o risco de ser usado como capital político por líderes como Donald Trump, que já transformou temas como imigração, esporte e economia em pauta diária.
Uchôa lembra que a Copa será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, mas concentrada majoritariamente em território americano, o que amplia o peso político do evento. Ele também destaca a relação de Trump com FIFA e Gianni Infantino, além das possíveis reações de torcidas, atletas e comunidades imigrantes, especialmente iranianos e mexicanos. Para o jornalista, será uma Copa muito além do futebol, marcada por disputas simbólicas e posicionamentos públicos de atletas.
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