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Zé Trovão diz que foi ‘boi de piranha’ e nega ter agredido Motta durante motim bolsonarista



Um dos alvos de representação por ter participado do motim bolsonarista que impediu os trabalhos da Câmara por quase 48 horas no ano passado, o deputado Zé Trovão afirmou ter sido “boi de piranha” quando foi escolhido como um dos punidos pela invasão do grupo bolsonarista ao plenário. Além dele, Marcel Van Hattem e Marcos Pollon também foram representados pela iniciativa.

No Conselho de Ética, Zé Trovão negou que tenha tentado impedir o presidente da Câmara, Hugo Motta, de acessar a Mesa Diretora para reassumir o comando da sessão – que, naquele momento, estava suspensa – e retomar os trabalhos.

O bolsonarista afirmou que a acusação de que ele impediu que Motta acessasse o espaço é falsa.

Trovão admitiu que discutiu com Motta, quando, enquanto o paraibano tentava subir na tribuna, ele consultava o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante, se poderia liberar o acesso do chefe do Legislativo.

De acordo com o deputado do PL, foi Sóstenes quem o orientou a ficar na escada para evitar que deputados da esquerda subissem e provocassem algum tumulto.
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