Nascido nos Estados Unidos nos anos 1960 com artistas como James Brown, o funk misturou soul, jazz e crítica social antes de atravessar o oceano. No Brasil, ganhou força no fim dos anos 1970 com Tim Maia e Tony Tornado, até consolidar identidade própria nos anos 1980 com DJ Malboro, que incorporou batidas eletrônicas e letras em português, transformando o funk carioca em expressão das periferias.
Nos anos 1990, artistas como Claudinho & Buchecha e MC Marcinho ampliaram o alcance do gênero ao abordar romantismo e questões sociais, enquanto novas vertentes abriram espaço para vozes femininas e diferentes estilos. Com a internet, nomes como Anitta e Ludmilla levaram o “batidão” ao mercado internacional, consolidando o funk como identidade cultural, voz da periferia e um dos gêneros mais influentes da música brasileira contemporânea.
Hoje, o ritmo domina festas, rádios e plataformas digitais, rompe preconceitos e reafirma sua força dentro e fora do país.
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