O desemprego no Brasil fechou 2025 com a menor taxa da história: 5,6%, mas ainda com grandes diferenças regionais. Para especialistas, as inovações tecnológicas e a melhora no desempenho econômico ampliaram as alternativas de renda.
Quando deixou um emprego no ano passado, Danúbia logo recebeu três propostas. “Peguei um mês só para descansar mesmo porque as contas não esperam”, contou. Felipe também foi contratado rapidamente após um desligamento. Segundo dados oficiais, foi o menor nível de desocupação já registrado no país, mas a média nacional esconde desigualdades.
Enquanto Mato Grosso teve taxa de 2,2%, o Piauí liderou com 9,3%. “O Brasil é heterogêneo em suas economias. Você vê como a média pode esconder a verdadeira estatística do país”, afirmou o economista Alberto Ajzental, da FGV. A renda média também varia: no Distrito Federal foi de R$ 6.320, e no Maranhão, R$ 2.228, segundo o IBGE.
A pesquisa apontou ainda que 38,1% dos trabalhadores estão na informalidade. Gabriel deixou de buscar emprego com carteira assinada para atuar como entregador de aplicativo. “Desencantei do CLT porque o entregador me dá uma flexibilidade muito boa”, disse. Para Ajzental, há uma geração que busca “fazer seu próprio horário” e ter mais flexibilidade.
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