O defeso do camarão está em vigor até o fim de abril em cinco estados brasileiros, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Durante esse período, a pesca é proibida para garantir a reprodução de cinco espécies, como o camarão-rosa e o camarão-sete-barbas. Apenas camarões de cativeiro ou congelados podem ser comercializados. “Mostra sete barbas congelado. Não tem camarão fresco nessa época”, explica a comerciante Miriam.
Para os pescadores, o período de defeso é usado para manutenção das embarcações, passeios turísticos e outra atividade essencial: a retirada de lixo do mar. Em Guarujá, o programa estadual recompensa os trabalhadores com até R$ 700 por tonelada de resíduos retirados do mar e manguezais. “Ajuda nas contas, mercado do mês”, comenta o pescador Arnold.
Desde o início do programa, há quatro anos, quase 120 toneladas de lixo foram recolhidas, beneficiando a fauna marinha e preservando os berçários naturais das espécies de camarão. “A gente não quer que o lixo vá pro mar. Mas se está no mar, ninguém melhor que o pescador para retirar e ser remunerado por isso nesse momento que não pode pescar”, afirma Natália Resende, da Secretaria do Meio Ambiente.
Segundo Rodrigo, da Fundação Florestal, o objetivo do defeso não é só impedir a extinção, mas também garantir que os pescadores terão o que pescar quando o período acabar. “Fauna protegida, futuro da pesca garantido”, completa.
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