Depois de passar três anos em cativeiro para cuidados e observação, uma família de macacos-bugios foi solta nesta quinta-feira (5) na natureza, no Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo. A espécie ficou em risco durante o surto de febre amarela silvestre, entre os anos de 2017 e 2018, e desde então passa por um processo de recuperação. Cada gaiola conta uma história.
Um macaco, da espécie bugio, teve o rabo queimado em um choque elétrico. Animais silvestres passam por reabilitação depois do resgate. Se tiverem condições, os animais voltam para a natureza. No caso dos bugios, a preocupação é grande em relação à febre amarela.
Um surto entre 2017 e 2018 provocou a morte de milhares deles. Os bugios não transmitem a doença para os humanos. Os animais são vacinados e passam anos em observação, em cativeiro. A partir da soltura, os macacos são monitorados por rádio frequência por pelo menos três anos. O objetivo é saber se eles se integraram a outros grupos da espécie. Só nos últimos 2 anos, 23 bugios saudáveis já ganharam a liberdade.
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